Luces, fugaces, flashbacks, sin sentido, mezclados, turbios, recuerdos remendados atraídos desde lo más oscuro... de mí, profundos, tenaces, negros, recluidos, húmedos, torcidos, encerrados, huecos, bajos, tozudos, chorreantes, febriles, incinerados, espumarajos blancos salidos de los tubos más fluorescentes, encerados, viscosos, enterrados, aullidos reflejados en todos los espejos escaleras arriba y escaleras abajo. BANG, disparo, BANG, disparo, y ARGH, sudor, ARGH, suspiros, hondos, mutilados, suspicaces, ardientes, desgarrados, heridos, demolidos, blandos, caídos, encogidos. - Mierda.
(TEMOS ARTISTAS MEUS SENHORES!! MUITO BEM!! Desculpem se o post vos parece inutil, mas senti necessidade de dizer isto... tá muito bem escrito! Gostei muito da história do jamira, e muito da escrita do migle!)
... costumava vê-lo sentar-se, barba grossa e descuidada, infeliz numa velha e escura cadeira de madeira e acender calmamento o seu cachimbo, e lançar quase violentamente uns suspiros de um tão nostálgico fumo... murmurava e murmurava... Eternamente sentia os impactos de tão vasto sofrimento outrora passados... quantas vezes fui acordado, ia a noite ainda bem alta por gritos de horror... por delírios... olhava para ele e sentia pena. Olhava para ele e sentia nojo. Olhava para ele e sentia nojo de conseguir ter pena... chorava; chorava muito. Tinha eu 17 anos uma vez. Num agradável dia de sol, saio de casa. Levo umas calças cortadas e uma t-shirt. Um saco. Dentro dele, tabaco, algum pouco dinheiro e algumas coisas k sabia que me prenderiam ao passado... eternamente. 'Adeus pai' disse, fechando a porta num surdo ruído.
(va laaaaaaaaaaa, respondam a isto, tao com medo de quê? Alguém daqui é escritor fropissional? Nhao! va laaaaa... fazei arte... )
... estou agora... frente a frente à porta, pequena, sensivelmente do meu tamanho e pouco mais. Destino?... entro. Espaço estranhamente pequeno... corredores compridos, portas ainda mais pequenas... sinto-me, ao fimde alguns passos envergonhado por estar a caminhar tão tranquilamente por um espaço que nao era meu... paro assim, e pergunto de novo... «Ei, ó da casa... alguém?» mais uma vez, por instinto, decido continuar... avnço para uma porta em frente... bato levemente, ao qual nao obtive resposta... respiro fundo e rodo lentamente a maçaneta...e empurro a porta... tenho assim um pequeno, muito pequeno e pobre espaço, que me soa uma cozinha... sem uma unica janela, mergulho na escuridao total... procuro, com a mao um interruptor... encontro-o.. gelo de horror emoldurado numa cadeira, um cadaver... mergulhado em sangue... mutilado... ao lado, uma afiada e poderosa faca... de subito, de muito longe, oiço um pekeno eco, uma pekena onda de som de uma sirene... aproxima-se... aproxima-se... num momento de loucura (?) fujo por uma porta k vejo ao fim... e saio num mato... descuidado... se procurar bem verei maços de cigarros, seringas e latas... esmagadas e empoeiradas... a sirene... a sirene aproxima-se...